Total de visualizações de página

Pesquisar este blog

segunda-feira, 8 de julho de 2013

EU E O CINEMA - QUANDO EU IMAGINAVA QUE PODERIA TRABALHAR COM CINEMA, SER CINEASTA ERA O SONHO DE TODO MUNDO...

http://cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah%2Fiah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction=search&exprSearch=ID%3D030862&format=detailed.pft

Recuerdos da minha passagem pela ECA USP Cinema
http://cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah%2Fiah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction=search&exprSearch=ID%3D030862&format=detailed.pft





Base de dados :FILMOGRAFIA
Pesquisa :ID=030862
Referências encontradas :1 [refinar]
Mostrando:1 .. 1   no formato [Completo

página 1 de 1


   1 / 1
seleciona
CRIMES DA LATA
Categorias
Curta-metragem / Sonoro / Ficção

Material original
35mm, COR, 9min, 280m, 24q

Data e local de produção
Ano: 1980
País: BR
Cidade: São Paulo
Estado: SP


Sinopse
"Um momento no cotidiano sufocante de um casal de classe média. O homem chega do trabalho, a mulher assiste à novela na TV. De repente, explode a crise final." (ECA-USP/Catálogo 1984)
Gênero
Comédia
Termos descritores
Casamento; Mulher; Economia
Termos geográficos
SP
Produção
Companhia(s) produtora(s): ECA/USP - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
Produção: Debs, Vânia
Assistência de produção: Almeida, Sonia Ramires de

Produção - Dados adicionais
Coordenação de produção: Cañizal, Eduardo Peñuela

Argumento/roteiro
Argumento: Barros, Wilson
Autoria do texto de locução: Menezes, Lizete de


Direção
Direção: Barros, Wilson

Fotografia
Direção de fotografia: Scavone, Fernando; Sadek, José Roberto
Assistência de câmera: Coelho, Kátia
Fotografia de cena: Carvalho, Ruth; Rocha, Antonio do Amaral

Som
Direção de som: Coca, Francisco

Montagem
Montagem: Barros, Wilson; Debs, Vânia

Direção de arte
Figurinos: Diogo, Sandra; Laurentiz, Paulo Tadeu de; Silva, Ana Maria de Paula e
Cenografia: Diogo, Sandra; Laurentiz, Paulo Tadeu de; Silva, Ana Maria de Paula e
Letreiros: Agostinho, Aucione Torres

Dados adicionais de direção de arte
Montagem de cenário: Sabiá, João

Música
Música: Pini, Valter

Identidades/elenco: 
Fahat, Elaine
André, Bruno
Pini, Valter
Locução: 
Amedeo, Wagner

Conteúdo examinado: S
Fontes utilizadas: 
CB/Transcrição de letreiros-Cat
ECA-USP/Catálogo 1984


página 1 de 1
  


Refinar a pesquisa
 Pesquisa simples   
Pesquisa avançada
 
 Entre uma ou mais palavras
    
 Todas as palavras (AND)    Qualquer palavra (OR)
 


Search engine: iAH powered by WWWISIS

sexta-feira, 7 de junho de 2013

CORTÁZAR - RAYUELA - TRILHA SONORA

Sonidos de Rayuela. Toda la banda sonora musical de Rayuelade Julio Cortázar, capítulo a capítulo.


http://daguerrotiposyotroscines.blogspot.com.es/2012/06/sonidos-de-rayuela-indice-completo.html

terça-feira, 16 de abril de 2013

ALEX VALLAURI


Pioneiro do grafite e da arte pop no país, Alex Vallauri ganha mostra no MAM


PUBLICIDADE
SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO

Kitsch. Alex Vallauri acreditava no poder do brega e chegou à estética estridente que o consagrou como pioneiro do grafite e da arte pop do país com um foco: extrair do mundo ao redor altas doses de exagero e quebrar tabus usando todas as cores.
"O kitsch é uma atitude. Transcende o meu gosto. É uma postura ingênua diante da estética fria das cidades", escreveu o artista em 1978, nove anos antes de morrer em decorrência da Aids. "Por outro lado, vejo como necessidade acumular suvenires e objetos inúteis."
Na retrospectiva dedicada a Vallauri, que o Museu de Arte Moderna abre hoje em São Paulo, está uma coleção vertiginosa desses suvenires, como estênceis, máscaras e gravuras que traduzem o olhar ácido que lançou sobre a vida contemporânea.
Divulgação
O grafiteiro Alex Vallauri prepara um de seus trabalhos
O grafiteiro Alex Vallauri prepara um de seus trabalhos
Quando morreu, aos 37 anos, Vallauri já tinha conquistado certa fama, grafitando muros de Nova York e espalhando por São Paulo suas botas de salto alto, araras e telefones. Com isso, virou o que alguns críticos chamam de um "artista do povo".
Mas Vallauri trilhou uma rota indireta para estar próximo do público, primeiro dominando a técnica para depois adotar ícones que sintetizam sua obra, como frangos assados, esqueletos e botas.
MARILYN DE WARHOL
Filho de italianos nascido na Eritreia, então parte da Etiópia ocupada pela Itália, Vallauri se mudou para Buenos Aires, Santos e, por fim, São Paulo. Ele, que se dizia um "afro-italiano, meio portenho, meio brasileiro", teve uma "vida 'on the road'".
Mas antes de invadir as ruas, estudou gravura em Estocolmo, na que era então a escola mais renomada do gênero. Em Nova York, conheceu Keith Haring, Jean Michel Basquiat e Andy Warhol, no olho do furacão da arte pop.
"Estava achando que a vida era uma luta sem objetivos", escreveu numa carta. "Aí, de repente, vi as Marilyns de Warhol, com seus sorrisos cansados a me olhar."
Warhol, aliás, adorou uma das primeiras versões que Vallauri fez das colunas gregas com frangos ou perus assados, um tema que viria a repetir à exaustão em sua obra.
Divulgação
'Coluna com Peru Assado', dos anos 1980, que está no MAM
'Coluna com Peru Assado', dos anos 1980, que está no MAM
Era a síntese do que sua prima, Beatriz Rota-Rossi, chamava de "visão cheia de ternura do que se considera a 'breguice' de um povo" e seu "profundo desprezo pela hipocrisia burguesa" --motor de obras mais políticas, como a boca fechada por alfinete que fez durante a ditadura ou araras em prol das Diretas Já.
"Ele rompeu com a sacralização da arte", diz João Spinelli, curador da mostra no MAM. "Trabalhava com essa estética cafona. Transformou o kitsch de forma erudita."
De fato, se Vallauri soube como ninguém construir uma versão nacional do pop, sua obra está também ancorada na técnica da gravura e numa tradição expressionista que contrasta com a irreverência de tudo o que fez.
Isso fica claro, por exemplo, nas gravuras que estão agora no MAM. Numa delas, Vallauri retratou a cantora Madonna no chão, lambendo o salto de uma mulher, com a mesma dramaticidade e o pendor para a escuridão de um expressionista declarado, como Oswaldo Goeldi.
Freddie Mercury, vocalista do Queen, aparece noutra gravura que exacerba os contrastes entre fundo e figura.
Vallauri constrói aqui uma silhueta forte, mas de virilidade dúbia, como as mulheres que retratou ao longo da carreira, algo entre "femme fatale" e prostituta barata.
É a estética do porto de Santos, com mulheres de "tiaras de strass, bocas pintadas de vermelho vivo, olhos carregados de maquiagem, blusas de malha sintética com estampa de pantera", como descreve sua prima.
RAINHA DO FRANGO
Essa mesma estampa de pantera acabou mais tarde dominando uma de suas obras mais célebres. Depois de participar três vezes da Bienal de São Paulo, Vallauri chegou à edição de 1985 com a grande instalação "Festa na Casa da Rainha do Frango Assado".
Era a sala de uma casa com móveis e eletrodomésticos cobertos de pintas de onça e a imagem da dona dessa casa e seu vestido estampado com coxinhas de frango.
"Essa é a rainha do frango assado, uma mulher de classe média paulistana, cafona, irreverente", descreve Spinelli, que remontou a instalação no MAM. "Era uma coisa dúbia, ao mesmo tempo graciosa e um tanto satírica."
Divulgação
Gravura em que Alex Vallauri retratou Freddie Mercury
Gravura em que Alex Vallauri retratou Freddie Mercury
LEGADO
IMPACTO NO GRAFITE
Baixo Ribeiro, curador:
"Vallauri tinha uma causa política, porque a ocupação da rua era política, mas não tinha uma mensagem engajada, era subjetiva. Ele foi um pioneiro dessa visão do espaço público como suporte para arte."
Stephan Doitschinoff, artista plástico:
"O que eu acho interessante é que ele usa essa narrativa da arte de rua, que coloca a arte no espaço público, mas ele usou a estética da gravura, do carimbo e não a linguagem do grafite. Ele lutava na narrativa da arte de rua, mas não tinha a estética do grafite. Era o imaginário da gravura e essa coisa tradicional, dos anos 1960. É meio kitsch."
Rodrigo Brandão, artista do grupo Bijari:
"Foi a primeira pessoa que tornou clara a prática de ir para a rua. Eu me encantei com essa imagem pop. Ele deixou um legado muito grande, tinha esse frescor que contaminou todos nós."
Daniel Melim, artista:
"Ele foi um dos caras que começou isso [o estêncil] no Brasil. É uma escola que veio dele. Ele pegou o finalzinho da ditadura, então sair na rua e colocar a bota, o frango assado, o jacarezinho da Lacoste pedindo Diretas Já tem a ver com isso tudo. É uma estética legal com conteúdo."
ALEX VALLAURI
QUANDO abre nesta terça-feira (16), às 20h; de ter. a dom., 10h às 17h30; até 23/6
ONDE MAM (pq. Ibirapuera, portão 3; tel. 0/xx/11/5085-1300)
QUANTO R$ 6

sábado, 26 de janeiro de 2013

ENCICLOPÉDIAS E BIBLIOTECAS VIRTUAIS DE TODO O MUNDO


Consulte enciclopédias e bibliotecas virtuais de todo o mundo

Redação em 18/09/12
Plataformas oferecem conteúdos em texto, áudio e vídeo em diversos idiomas
Milhares de arquivos e documentos históricos em apenas alguns cliques. Foto: Reprodução
Em março deste ano, a famosa Encycloapedia Britannica  deixou de circular em papel e passou a atuar apenas no universo digital. Uma consequência do avanço da internet e da cultura de compartilhamento na web, que reduziu o número de vendas dos tradicionais volumes de 120 mil na década de 1990 para 8,5 mil em 2010.
Essa decisão tem sido adotada por diversas outras publicações tradicionais e bibliotecas oficiais, frente à feroz concorrência com as ferramentas digitais. Bom para os leitores, estudantes e curiosos, que tem à disposição conteúdos dos mais diversos campos do conhecimento de forma rápida e – na maioria das vezes – gratuita.
Catraca Livre destaca abaixo as principais enciclopédias e projetos de compilação de informações disponíveis na internet. Nos endereços é possível pesquisar sobre literatura, cinema, teatro, ciências, entre outros temas. Oferecendo consulta gratuita em diferentes idiomas, as páginas reúnem – além de textos – mapas, filmes a até gravações de áudio.
Foi-se o tempo em que era preciso gastar um bom dinheiro numa enciclopédia renomada e pesada.
Confira:
Bibliotheca Alexandrina – A Biblioteca de Alexandria está em processo de digitalização de seu conteúdo. A maior parte do material disponível está em árabe.
Encyclopaedia Britannica – Restrita ao ambiente virtual desde março de 2012, a enciclopédia oferece consultas ao conteúdo gratuitamente e também por meio de um serviço pago.
Biblioteca Nacional Digital de Portugal – O endereço virtual disponibiliza para consulta cerca de 24 mil obras em português e outras línguas.
Biblioteca Nacional Digital – A Bliblioteca Nacional tem um catálogo com mais de 25 mil itens digitalizados disponíveis para consulta.
Biblioteca Digital Mundial – Iniciativa da Unesco e da Biblioteca do Congresso dos EUA, o endereço virtual tem como propósito reunir conteúdo histórico de todas as regiões do mundo.
Projeto Gutenberg – Tem mais de 100 mil livros digitais que podem ser baixados e lidos em diferentes plataformas eletrônicas.
Biblioteca do Congresso dos EUA –A biblioteca digitaliza seu conteúdo desde 1994. No endereço estão disponíveis fotografias, manuscritos, mapas, filmes e gravações de áudio.
Wikipedia – Enciclopédia virtual mais famosa entre todas as listadas, reúne milhões de artigos em idiomas em inglês, francês e alemão e português.
Domínio Público – No ar desde 2004, reúne mais de 200 mil obras em português entre textos, imagens, vídeos e arquivos em áudio que – como o nome sugere – caíram em domínio público.
Perseus Digital Library – O projeto é especializado em material das culturas greco-romanas, mas também possui conteúdo de outros períodos históricos.
Open Library – Projeto que ambiciona criar uma página na internet para cada livro já publicado no mundo, já tem um acervo com 20 milhões de itens.
Internet Archive – Integrante da Open Library, é um projeto que tem como proposta armazenar todos os sites do mundo desde 1996.