http://qga.com.br/arte-cultura/2013/10/os-gifs-animados-psicodelicos-do-seculo-xix
http://dickbalzer.tumblr.com/
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Não esqueça o seu Francês - exercícios difíceis de pronunciar...
http://leonardofrances.en.eresmas.com/virelangues.htm
Virelangues /Trabalenguas
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
O ano passado em Marienbad me parece ser a continuação de A invenção de Morel...
Acabo de rever O ANO PASSADO EM MARIENBAD de Resnais...linda fotografia em P & B. Um clima de sonho, sem começo, meio, fim, sem explicações lógicas, mistura de possíveis ou impossíveis memórias, desejos, ou sabe-se lá o que... para mim uma delícia de filme. Para outras pessoas exasperante, irritante, chato, pretensioso...enfim viva nossa liberdade diante da obra de arte. Há muitos anos tinha ouvido falar da inspiração do filme na novela de Bioy Casares, A INVENÇÃO DE MOREL. Alguns dizem que Resnais não conhecia a obra de Casares, outros dizem que Alain Robbe-Grillet roteirista conhecia. Para mim parece que O Ano Passado em Marienbad é como se fosse a continuação de A Invenção de Morel, depois que o fugitivo consegue se filmar junto à mulher por quem se apaixonou...mas como fazem parte de filmagens distintas são paralelas que nunca se encontrarão. Depois de rever o filme tenho que reler o livro.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Pedro Almodóvar - gosto de seus filmes embora me sinta chocada com seus personagens
PEDRO ALMODÓVAR...GOSTO MUITO DE SEUS FILMES.
Não tinha visto o FALE COM ELA mas na época do lançamento minha irmã estava numa UTI, ligada a aparelhos, não sei se me ouvia ou não, mas o comentário do filme me induziu a falar com ela, mesmo sem saber se me ouviria. No 15 minutos a que tinha direito de visita diária falei com ela, lembrei coisas da infância, convidei-a a fazer compras na rua 25 de marco. Não sei se fez bem a ela mas fez bem a mim. Quando um dia o médico me disse que chamasse um padre já sabia que ela não resistiria. Peguei na mão dela e rezei mesmo não sendo religiosa porque imaginei que ela gostaria de rezar...não saberei se isso deu conforto a ela mas com certeza deu conforto a mim. Tudo graças à divulgação do filme "Fale com ela".
Outro dia vi o filme na TV Cultura...nenhuma relação com minha história pessoal que acabo de comentar. É a história de um enfermeiro, obcecado (ou apaixonado) por uma bailarina que sofre um acidente e fica em coma. Ele consegue ser cuidador dela no hospital, conversa com ela, e a cuida como se ela estivesse entendendo tudo que se passa, ouvindo tudo o que ele diz. E agora entra a parte tétrica, trágica que a habilidade do cineasta nos apresenta quase sem chocar...a moça em coma aparece grávida e o cuidador é o culpado, condenado. Passado um tempo vemos que a moça teve o filho que nasceu morto e saiu do coma. O cuidador preso acaba se suicidando, sem saber o que ocorreu com ela, na esperança de reencontrá-la nesse espaço indefinido em que supõe estão as pessoas em coma.
O que me espanta com o cinema de Almodóvar é que personagens que cometem estupros, assassinatos e outras atrocidades são mostrados não como monstros mas como pessoas...e nós os espectadores conseguimos ver os filmes sem sair correndo, indignados, tentando entender o incompreensível.
Não tinha visto o FALE COM ELA mas na época do lançamento minha irmã estava numa UTI, ligada a aparelhos, não sei se me ouvia ou não, mas o comentário do filme me induziu a falar com ela, mesmo sem saber se me ouviria. No 15 minutos a que tinha direito de visita diária falei com ela, lembrei coisas da infância, convidei-a a fazer compras na rua 25 de marco. Não sei se fez bem a ela mas fez bem a mim. Quando um dia o médico me disse que chamasse um padre já sabia que ela não resistiria. Peguei na mão dela e rezei mesmo não sendo religiosa porque imaginei que ela gostaria de rezar...não saberei se isso deu conforto a ela mas com certeza deu conforto a mim. Tudo graças à divulgação do filme "Fale com ela".
Outro dia vi o filme na TV Cultura...nenhuma relação com minha história pessoal que acabo de comentar. É a história de um enfermeiro, obcecado (ou apaixonado) por uma bailarina que sofre um acidente e fica em coma. Ele consegue ser cuidador dela no hospital, conversa com ela, e a cuida como se ela estivesse entendendo tudo que se passa, ouvindo tudo o que ele diz. E agora entra a parte tétrica, trágica que a habilidade do cineasta nos apresenta quase sem chocar...a moça em coma aparece grávida e o cuidador é o culpado, condenado. Passado um tempo vemos que a moça teve o filho que nasceu morto e saiu do coma. O cuidador preso acaba se suicidando, sem saber o que ocorreu com ela, na esperança de reencontrá-la nesse espaço indefinido em que supõe estão as pessoas em coma.
O que me espanta com o cinema de Almodóvar é que personagens que cometem estupros, assassinatos e outras atrocidades são mostrados não como monstros mas como pessoas...e nós os espectadores conseguimos ver os filmes sem sair correndo, indignados, tentando entender o incompreensível.
sábado, 31 de agosto de 2013
Na infância e adolescência a gente pensa que é poeta...
Na infância e adolescência a gente pensa que é poeta...
poética soniana do fim da adolescência e começo da maturidade...
"Parto para Europa, França ou Bahia,
Mas as coisas são as mesma de todo dia,
Lendo os jornais, sempre iguais, das sociedades industriais..."Ai a coisa já anda mais para a decepção com o mundo adultoOutra..sinais da depressão?Um muro,alto, intransponível, escuro,que me rodeia,que me impedede não ser só...
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
APOSENTADORIA: riscos de um pijama se transformar em camisa de força...
Quando eu era criança, lá pelos anos 1950, não era raro ver homens de pijama em público no meu bairro...nos jardins de suas casas, indo à padaria, jogando dominó no bar da esquina. Lembro que isso era visto como algo de mau gosto, coisa de preguiçosos...
Em tempo: nunca vi meu pai de pijama, acho que ele nem tinha, dormia de cuecas...
Hoje, eu aposentada, digitando em casa, de pijama, lembrei disso.
Não me considero uma aposentada inativa, participo de grupos de discussão na internet e ao vivo, estudo, leio, até falo em público sobre o assunto surdez, cuido da casa, viajo...mas hoje cismei com o pijama, o estigma do pijama. Coisa de gente indolente, vagabunda, encostada...e passei a me analisar dentro desse traje "ultrajante" em termos morais...
Observei que se eu acordo, vou ao banheiro, tomo café e coloco uma roupa de rua, sou outra pessoa, estou pronta para o que der e vier.
Se ao contrário acordo, vou ao banheiro, tomo café e me sento diante do computador, de pijama... aí é fatal...sou prisioneira das redes sociais, do teclado e não me animo a trocar de roupa, tomar um banho e reagir.. sair à rua!
É certo que escrevo, penso, troco ideias esteja vestida decentemente ou em camisetas desbotadas mas o fato de estar em trajes típicos de aposentada me produz uma carga moral, uma acusação de indolência, desleixo...
Agora mesmo minha cabeça funciona bem mas meu corpo parece que não quer obedecer, andar, sair de casa, o pijama parece um escafandro, uma camisa de força.
Vou postar este texto, tomar um banho e sair para a liberdade...espero conseguir me livrar do escafandro, desatar a camisa de força.
Em tempo: nunca vi meu pai de pijama, acho que ele nem tinha, dormia de cuecas...
Hoje, eu aposentada, digitando em casa, de pijama, lembrei disso.
Não me considero uma aposentada inativa, participo de grupos de discussão na internet e ao vivo, estudo, leio, até falo em público sobre o assunto surdez, cuido da casa, viajo...mas hoje cismei com o pijama, o estigma do pijama. Coisa de gente indolente, vagabunda, encostada...e passei a me analisar dentro desse traje "ultrajante" em termos morais...
Observei que se eu acordo, vou ao banheiro, tomo café e coloco uma roupa de rua, sou outra pessoa, estou pronta para o que der e vier.
Se ao contrário acordo, vou ao banheiro, tomo café e me sento diante do computador, de pijama... aí é fatal...sou prisioneira das redes sociais, do teclado e não me animo a trocar de roupa, tomar um banho e reagir.. sair à rua!
É certo que escrevo, penso, troco ideias esteja vestida decentemente ou em camisetas desbotadas mas o fato de estar em trajes típicos de aposentada me produz uma carga moral, uma acusação de indolência, desleixo...
Agora mesmo minha cabeça funciona bem mas meu corpo parece que não quer obedecer, andar, sair de casa, o pijama parece um escafandro, uma camisa de força.
Vou postar este texto, tomar um banho e sair para a liberdade...espero conseguir me livrar do escafandro, desatar a camisa de força.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
EU E O CINEMA - QUANDO EU IMAGINAVA QUE PODERIA TRABALHAR COM CINEMA, SER CINEASTA ERA O SONHO DE TODO MUNDO...
http://cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah%2Fiah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction=search&exprSearch=ID%3D030862&format=detailed.pft
Recuerdos da minha passagem pela ECA USP Cinema
http://cinemateca.gov.br/ cgi-bin/wxis.exe/iah/ ?IsisScript=iah%2Fiah.xis&base= FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction= search&exprSearch=ID%3D030862& format=detailed.pft
Recuerdos da minha passagem pela ECA USP Cinema
http://cinemateca.gov.br/
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